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Medicamentos Manipulados Injetáveis para Disfunção Erétil

Medicamentos Manipulados Injetáveis para Disfunção Erétil

A disfunção erétil (DE) é definida como a “incapacidade de alcançar ou manter ereção peniana adequada para satisfação sexual”. (I Consenso Latino-americano de DE, 2002)
A disfunção erétil ocorre em graus variáveis e apresenta-se associada à piora da qualidade de vida do paciente, particularmente considerando o bem-estar pessoal e as inter-relações familiares e sociais.
Estima-se que a prevalência mundial de DE seja de mais de 152 milhões de homens, e as projeções para 2025 mostram uma prevalência de aproximadamente 322 milhões.
A etiologia da DE é multifatorial e pode ser de origem orgânica, neurogênica ou ambas. Está bem estabelecido que o processo de ereção envolva a participação de mecanismos não-adrenérgicos não-colinérgicos (NANC).
Diversos mediadores foram apontados como responsáveis pelas respostas eréteis mediadas pela ativação de fibras NANC, incluindo o peptídeo relacionado ao gene da calcitonina (CGRP), substância P, purinas (adenosina e ATP), aminoácidos descarboxilados, histamina, serotonina, prostaglandinas e bradicinina.
O Óxido Nítrico (NO), principal neurotransmissor NANC responsável pela ereção peniana, é uma substância oriunda de terminações nervosas nitrérgicas, e promove o relaxamento do tecido erétil. O NO é um radical livre formado a partir da L-Arginina, através de uma reação catalisada por uma família de enzimas denominada sintases do NO (NOS). (Zanesco et al, Revista Brasileira de Hipertensão, Edição Abril, Maio e Junho de 2010, Ano 13, Volume 13, Número 2).

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